quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020
BILL OF RIGHTS (1689)
domingo, 16 de outubro de 2011
LEITURA DOS TEXTOS FILOSÓFICOS
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Fontes: (SÃO PAULO-SEE, Caderno do professor: Filosofia, EM, 3ª S., V.4, pp.10-11)
terça-feira, 11 de outubro de 2011
ESCRAVIDAO CONTEMPORANEA
Fontes: (SÃO PAULO-SEE, Caderno do professor: sociologia, EM, 3ª S., V.4, p.12)
sexta-feira, 28 de maio de 2010
RESENHA: O que e sociologia (MARTINS, C.B.)
"O que é sociologia", de Carlos B. Martins (1948) tem como propósito apresentar a historicidade do termo "sociologia", desde as primeira tentativas de se articular uma reflexão dos pensadores do século XVIII, cenário da Revolução Industrial, até os seus dias (década de 1980); o título da obra deixa entrever o caminho de seu conteúdo, porque em momento algum fora transformado em questão e a supressão da interrogativa, já na capa do livro, resguarda o autor de não querer esgotar, de fato, o que é a sociologia.
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A introdução cumpre com a sua função: apresentar a construção da sociologia e por quais [des] caminhos seguiu. O primeiro capítulo, 'o surgimento', trata de uma volta à História; há uma contextualização, mostrando que a sociologia não teve um aparecimento, isto é, ela não surgiu do nada, senão das próprias mudanças sofridas pelas cidades, que, no início se configuravam como povoados agrícolas, e num curto espaço de tempo (1780-1860), tornaram-se cidades industriais, inchadas e sem preparo para acolher a massa populacional que a essas cidades se dirigiam. Aqui começa uma revisão do pensamento quanto aos fatos: agora era a observação que ditava os pressupostos do conhecimento e não mais as forças naturais. São citados Bentham (1748-1832), pela ação na sociedade; Bacon (1561-1626), pela filosofia científica e Vico (1668-174), que introduz a sociedade como objeto de estudo. O capítulo se estende até a primeira metade do século XIX.
quinta-feira, 25 de março de 2010
MORTE DE SÓCRATES, A
sábado, 27 de fevereiro de 2010
PRE SOCRATICOS
2 - O que foi o período dos pré-socráticos
Os pré-socráticos foram os primeiros pensadores que, nas cidades gregas da Ásia Menor por volta do séc. VI a.C.,procuraram desenvolver formas de explicação da realidade natural, do mundo que os cercava, independentemente do apelo a divindades e a forças sobrenaturais. É nesse sentido que dizemos que os filósofos pré-socráticos romperam com a tradição mítica, e é por isso também que denominamos seu pensamento de naturalista, por visar explicar a natureza (physis)a partir dela própria, entender os fenômenos com base em causas puramente naturais.
3. Principais representantes das escolas pré-socráticas
Escola Jônica (Ásia Menor): Tales de Mileto, Anaximandro, Anaxímenes, Heráclito de Éfeso, Diógenes de Apolônia.
Escola Pitagórica (Magna Grécia): Pitágoras de Samos, Filolau de Crotona.
Escola Eleata (Magna Grécia): Parmênides de Eléia, Zenão de Eléia, Xenófanes de Colofão.
Escola Atomista (Trácia): Leucipo e Demócrito de Abdera.
Outros filósofos: Empédocles de Agrigento, Anaxágoras de Clazomena.
FRANÇA, L. Noções de história da filosofia. R.Janeiro: Agir, 1949, págs.34 e 39.
MARCONDES, D. Textos básicos de filosofia. R.Janeiro: Jorge Zahar, 2005, págs.11-12.
JAPIASSÚ, H., MARCONDES. Dicionário básico de filosofia. R.Janeiro: Jorge Zahar, 1996).
domingo, 21 de fevereiro de 2010
PRECONCEITO NA GRECIA DOS FILOSOFOS, O
Fonte: (Escrito especialmente para o São Paulo faz escola. )
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
BALANÇO FINAL (Simone de Beauvoir)
nota: aqui, Simone de Beauvoir fala sobre o nascimento ea história, as circunstâncias ou a especificidade das ações humanas, o destino ou a liberdade, temas privilegiados pelos existencialistas.
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Fontes: CHALITA, Vivendo a Filosofia, p.361)
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
MOIRAS
"Já tive ocasião de dizer que o próprio Zeus sentia um sagrado e respeitoso temor da deusa Noite. Segundo as narrativas dos discípulos de Orfeu, que deixarei para mais tarde, própria Nyx era uma deusa tríplice. Entre os filhos da Noite figuravam as deusas do Destino, as Moiras. Essa tradição a respeito delas está no nosso Hesíodo, conquanto ele também afirme que as três deusas eram filhas de Zeus e da deusa Têmis. No dizer dos menos antigos devotos de Orfeu, elas viviam no Céu, numa caverna ao pé do lago cuja água branca jorra da mesma caverna: clara imagem do luar. O nome delas, a palavra moira, significa "parte"; e o seu número, explicam os orfistas, corresponde ao das três "partes"da lua; e é por isso que Orfeu canta "as Moiras de vestes alvas" (KERÉNYI, 1997).
As moiras eram filhas de Nix (a noite). Moira, no singular, era inicialmente o destino. Na Iliada, representava uma lei que pairava sobre deuses e homens, pois nem Zeus estava autorizado a transgredi-la sem interferir na harmonia cósmica. Na Odisséia aparecem as fiandeiras.
As Moiras eram:
- Átropos (Ἄτροπος; átropos) que para o grego significa aquela que segurava o fuso e tecia o fio da vida. Átropos era a responsável pelo "fiar", atuava como deusa dos nascimentos e partos.
- Cloto (Κλωθώ; klothó) em grego significa aquela que sortear puxava e enrolava o fio tecido. Cloto, sorteando o quinhão de atribuições que se ganhava em vida.
- Láquesis (Λάχεσις; láchesis) grego significa aquela que afastarva, ela cortava o fio da vida, determinava o fim da vida.
Por se tratar de um mito muito difundido, há confusões quanto aos nomes e funções das moiras. O que importa, no entanto, é a ideia de destino: algo fora do ser humano decide sobre a sua sorte, que já está determinada.
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Fontes: (JAPIASSU, Dicionário Básico de Filosofia, p.6; SÃO PAULO-SEE, Caderno do professor: filosofia, EM, 3ª S., V.3, p.16; CHALITA, Vivendo a Filosofia, p.25; http://pt.wikipedia.org/wiki/Moiras; Karl KERÉNYI, Os deuses gregos, 1997. In:http://www.lunaeamigos.com.br/mitologia/moiras.htm .
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
DUAS VONTADES, As (Santo Agostinho)
O inimigo dominava o meu querer, e dele me forjava uma cadeia com que me apertava. Ora, a luxúria provém da vontade pervesa. enquanto se serve à luxúria, contrai-se o hábito; e, se não se resiste a um hábito, origina-se uma necessidade. Era assim que, por uma espécie de anéis entrelaçados - por isso lhes chamei cadeia - , me segurava apertado em dura escravidão. A vontade nova, que começava a existir em mim, a vontade Vos honrar gratuitamente e de querer gozar de Vós, ó meu Deus, único contentamento seguro, ainda não se achava apta parasuperar a outra votnade, fortificada pela concupiscência. Assim, duas vontades, uma concupiscente, outra dominada, uma carnal e outra espiritual, batalhavam mutuamente em mim. Discordando, dilaceram-me a alma (Confissões, VIII, pp.134-135) .
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SANTO AGOSTINHO, Confissões, De magistro (Col. Os pensadores). São Paulo:Abril, 1987, 324p.
VONTADE
No campo da teologia: Para os filósofos Santo Agostinho e Descartes, vontade e liberdadesão a mesma coisa: a faculdade através da qual somos dignos de louvor, quando escolhemos o bom e dignos de reprovação, quando escolhemos o mau. Agostinho e Descartes concordam em que o fato de nós humanos termos vontade nos torna responsáveis pelas nossas decisões e acões. A dimensão moral do homem decorre do fato dele ter vontade. Em Agostinho, a escolha digna de reprovação é pecado. Em Descartes é erro. O pecado é uma falta religiosa oriunda da vontade. O erro é uma falta moral ou epistêmica. Moral quando a falta oriunda da vontade é prática. Epistêmica quando a falta oriunda da vontade é teórica. Agostinho e Descartes também concordam em afirmar que o fato de termos vontade não só nos torna responsáveis por nossos atos e decisões como também livra Deus de qualquer responsabilidade sobre a mesma, tal como explica a teodicéia (Wikipedia).
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Fontes: (JAPIASSU, Dicionário Básico de Filosofia, p.272;http://pt.wikipedia.org/wiki/Vontade )
MAL, O problema do (Santo Agostinho)
O mal, segundo Santo Agostinho, é o estado em que o homem se afasta de Deus, de seus preceitos, de seu amor. Contudo, é uma condição presente na vida de todos os homens, devido ao pecado original de Adão e Eva, conforme o livro bíblico, Gênesis. O afastamento da convivência espiritual com Deus e a desobediência à sua vontade provoca todo o mal presente na vida dos homens. Somente por intermédio de Jesus Cristo, o filho de Deus encarnado, os homens podem ser redimidos e reviver o estado pleno de bondade junto a Deus (Chalita).
Santo Agostinho tenta provar de forma filosófica de que Deus não é o criador do mal, em seu livro 'O Livre-arbítrio'. Pois, para ele, tornava-se inconcebível o fato de que um ser tão bom, pudesse ter criado o mal. A concepção que Agostinho tem do mal, esta baseada na teoria platônica, assim o mal não é um ser, mas sim a ausência de um outro ser, o bem. O mal é aquilo que "sobraria" quando não existe mais a presença do bem. Deus seria a completa personificação deste bem, portanto não poderia ter criado o mal. Deus em sua perfeição, quis criar um ser que pudesse ser autônomo e assim escolher o bem de forma voluntária. O homem, então, é o único ser que possuiria as faculdades da vontade, da liberdade e do conhecimento. Por esta forma ele é capaz de entender os sentidos existentes em si mesmo e na natureza. Ele é um ser capacitado a escolher entre algo bom (proveniente da vontade de Deus) e algo mal (a prevalência da vontade das paixões humanas) (Wikipedia).
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Fontes: (JAPIASSU, Dicionário Básico de Filosofia, pp.171-172; CHALITA, Vivendo a Filosofia, p.122; http://pt.wikipedia.org/wiki/Santo_agostinho)
LIVRE ARBÍTRIO
A expressão costuma ter conotações objetivistas e subjetivistas. No primeiro caso indicam que a realização de uma ação por um agente não é completamente condicionada por fatores antecedentes. No segundo caso indicam a percepção que o agente tem que sua ação originou-se na sua vontade. Tal percepção é chamada algumas vezes de "experiência da liberdade". A existência do livre-arbítrio tem sido uma questão central na história da filosofia e na história da ciência. O conceito de livre-arbítrio tem implicações religiosas, morais, psicológicas e científicas. Por exemplo, no domínio religioso o livre-arbítrio pode implicar que uma divindade onipotente não imponha seu poder sobre a vontade e as escolhas idndividuais. Em ética, o livre-arbítrio pode implicar que os indivíduos possam ser considerados moralmente responsáveis pelas suas ações. Em psicologia, ele implica que a mente controla certas ações do corpo (Wikipedia).
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Fontes: (JAPIASSU, Dicionário Básico de Filosofia, p.164; http://pt.wikipedia.org/wiki/Livre_arbitrio)
domingo, 1 de novembro de 2009
IDEALISMO (CIRANDA DA BAILARINA)
Marca de bexiga ou vacina / E tem piriri, tem lombriga, tem ameba
Só a bailarina que não tem
E não tem coceira / Verruga nem frieira
Nem falta de maneira ela não tem /
Futucando bem / Todo mundo tem piolho
Ou tem cheiro de creolina / Todo mundo temum irmão meio zarolho
Só a bailarina que não tem
Nem unha encardida / Nem dente com comida
Nem casca de ferida ela não tem
Não livra ninguém / Todo mundo tem remela
Quando acorda às seis da matina
Teve escarlatina / ou tem febre amarela
Só a bailarina que não tem
Medo de subir, gente / Medo de cair, gente
Medo de vertigem / Quem não tem
Confessando bem / Todo mundo faz pecado
Logo assim que a missa termina
Todo mundo tem/ um primeiro namorado
Só a bailarina que não tem
Sujo atrás da orelha /Bigode de groselha
Calcinha um pouco velha
Ela não tem
O padre também / Pode até ficar vermelho
Se o vento levanta a batina
Reparando bem, todo mundo tem pentelho
Só a bailarina que não tem
Sala sem mobília / Goteira na vasilha
Problema na família / Quem não tem
Procurando bem
Todo mundo tem...