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quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

TEMPLATE - BIOÉTICA

ESCOLA
Autoria













TÍTULO
subtítulo



Disciplina








Local/SP
Data

(próxima página)
I- INTRODUÇÃO

Sobre o que é o seu trabalho?


Quais as 03 (três) hipóteses?


Onde você vai buscar informações?



(próxima página)
II- DESENVOLVIMENTO

2.1 - O CAFÉ


(o que sei sobre o café)


2.2 - A BIOÉTICA


(o que sei sobre a bioética)


2.3 - A TRANGENIA


(O que sei sobre a transgenia)


2.4 - A BIOÉTICA E A TRANSGENIA


(o que eu sei sobre o assunto)


(próxima página)
III - CONCLUSÃO

(O que eu aprendi sobre o café)


(O que eu aprendi sobre bioética)


(O que eu aprendi sobre a trangenia)


(Meus argumentos combatem a premissa do professor)


(O que eu aprendi com o trabalho)


(próxima página)
IV - BIBLIOGRAFIA

Se tiver autoria.
SOBRENOME, NOME. Título do artigo. Disponível em: nome do site). Acessado em __ dez 2019.


Se NÃO tiver autoria.
Título do artigo. Disponível em: nome do site). Acessado em __ dez 2019.


Se for vídeo tiver autoria.
YOUTUBE - NOME DO CANAL. Título do vídeo. Disponível em: nome do site). Acessado em __ dez 2019.


Se for vídeo NÃO tiver autoria.
YOUTUBE. Título do vídeo. Disponível em: nome do site). Acessado em __ dez 2019.

domingo, 24 de novembro de 2019

RECUPERAÇÃO MENSAL


Este trabalho investigativo visa recuperar a Nota Mensal do 4º Bim. 

Para realizá-lo, você deverá escolher um dos filósofos da lista abaixo e encontrá-lo em um dos filmes elencados, e produzir um trabalho, fazendo uso da Teoria do Trabalho Científico, tal qual você já deve ter no caderno de aula. Você verificará que o trabalho seguirá o mesmo caminho trabalhado em aula (a entrevista com o colega; depois em grupo para descobrir uma pessoa desconhecida; e depois a atividade desenvolvida em OE).

Dessa maneira, você terá de desenvolver: Capa, Introdução, Desenvolvimento, Conclusão e Bibliografia para concorrer aos 5,0 pontos.

Vamos aos filósofos:

FILÓSOFOS
FILMES
Rene Descartes
Dúvida (2008, EUA)
Horton e o mundo dos Quem (2008, EUA)
Matrix (199, EUA)

Epicuro de Samos
Fahrenheit 451 (1966, Reino Unido)
O fabuloso destino de Amélie Poulain (2001, França)

Sócrates
Doze homens e uma sentença (1957, EUA)

Karl Jung
Jornada da alma (2003, França)
Sociedade dos poetas mortos (1989, EUA)
Uma mente brilhante (2001, EUA)

Aristóteles de Estagira
Ponto de mutação (1990, Alemanha)
Avatar (2009, EUA)

Claude Levi-Strauss
Blade Runner, o caçador de androides (1982, EUA)
A guerra do fogo (1981, França/Canadá)

Ludwig Wittgenstein
Nell (1944, EUA)
Um filme falado (2003, Itália/França/Portugal)

Baruch Spinoza
X-men (2000, EUA)
O clube da luta (199, EUA)
O sexto sentido (1999, EUA)


4 Passos para a execução do Trabalho

a) Escolha o filósofo ou o filme que lhe pareça bem e mais fácil de trabalhar;
b) Procure informações do filósofo e assista ao filme;
c) trace uma linha que liga o pensamento do filósofo ao filme;
d) elabore o seu trabalho seguindo o esquema abaixo: 









(entregar até 28/11 sexta-feira)
 
 

quarta-feira, 2 de maio de 2018

O CLUBE DO IMPERADOR a Moral e a Ética

EE Sud Mennucci
Amanda Mariano, 03, 1ª A.






O CLUBE DO IMPERADOR
a Moral e a Ética

Filosofia









Piracicaba – SP
Abril/2018


INTRODUÇÃO

Esse trabalho relaciona o filme “O Clube do Imperador” com a teoria do conhecimento, que tem objetivo buscar a origem, a natureza, o valor e os limites do conhecimento, da faculdade de conhecer.
Ele será composto por uma breve sinopse do filme e a relação de algumas cenas com a teoria citada anteriormente.
Para finalizar o trabalho será exposta minha visão sobre o assunto tratado no decorrer deste, e usarei como fonte de pesquisa, o filme “O Clube do Imperador”.




DESENVOLVIMENTO

A teoria do conhecimento, por vezes chamada de epistemologia, é aquela que busca compreender de forma geral o que é, de fato, o ato e o processo de conhecer. A teoria busca sistematizar e compreender de forma plena o que representa o conhecimento; trata-se, ao mesmo tempo, de uma concepção filosófica e um pensamento de resultados na mesma forma de desenvolver o conhecimento.
O filme: Um professor apaixonado por seu trabalho tem sua vida modificada após conhecer um novo aluno, com quem inicialmente trava uma guerra de egos mas acaba desenvolvendo uma grande amizade. 
William Hundert (o professor), de uma escola preparatória para rapazes muito exclusiva que recebe como alunos a nata da sociedade americana, dá lições de moral para serem aprendidas, através do estudo de filósofos gregos e romanos. Hundert está apaixonado por falar para seus alunos que “o caráter de um homem é seu destino” e se esforça para impressioná-los sobre a importância de atitudes corretas. Repentinamente algo perturba está rotina com a chegada de Sedgewick Bell, o filho de um influente senador. Bell entra em choque com as posições do professor, que questiona a importância daquilo que é ensinado. Mas, apesar desta rebeldia, Hundert o considera bem inteligente e acha que pode colocá-lo no caminho certo,chegando mesmo a colocá-lo na final do Senhor Júlio Cesar, um concurso sobre Roma Antiga. Mas, Sedgewick trai esta confiança arrumando um jeito de trapacear. 

CENAS
No filme, a tentativa incansável do professor Hundert em fazer com que os alunos aprendessem o conteúdo aliou-se a necessidade de promoção da ética, onde tenta por meio de seus ensinamentos, formar o caráter dos alunos, com a reflexão acerca da moral.
A relação escola/sociedade à relação política onde a primeira é sustentada através de doações. Portanto a lei do favorecimento que mostra exatamente o oposto do espírito da competição.
O professor tenta moldar o caráter e personalidade de seus alunos, baseando-se na história da cultura grego-romana (filosofia da história).
Quando os garotos se reuniram para “brincar” no lago, foram atraídos pela aparência das garotas que também estavam presentes (estética: ideia do bem e do belo).



CONCLUSÃO
O caráter de um indivíduo é seu modo de ser, suas características próprias, seu temperamento. Ele é um traço da personalidade, que diz respeito à maneira usual de cada um agir.
Embora o ambiente em que o indivíduo vive seja muito importante, o homem traz em si seu caráter desde o momento do nascimento.
Podemos perceber isso claramente no filme, onde mesmo recebendo um voto de confiança de seu professor, o garoto o trai arrumando um jeito de trapacear, ou seja, não podemos moldar o caráter de um indivíduo, cabe a ele querer moldá-lo.


BIBLIOGRAFIA
CLUBE DO IMPERADOR (CRÍTICAS). Disponível em: https://cinemacomrapadura.com.br/críticas/83620/clube-do-imperador-o-2002-83620/. Acesso em: 23/abril/2018.
O CLUBE DO IMPERADOR (2002) ASSISTIR ONLINE. Disponível em: https://filmesonline.online/drama/9172-o-clube-do-imperador.html. Acesso em 23/abril/2018.
O CLUBE DO IMPERADOR – EM BUSCA DA FORMAÇÃO PLENA. Disponível em www.planetaeducacao.com.br/portal/artigo.asp?artigo=226. Acesso em 23/abril/2018.


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Publicado com autorização da autora AM

quarta-feira, 29 de novembro de 2017

DIABO VESTE PRADA, O (filme): A [não] liberdade

Demonstrando a liberdade até que certo ponto?
        A liberdade é algo que te da o direito de ir e vir tanto em crenças, costumes ou religião, mas que também tem seus limites perante a lei que regem para o nosso bem entendimento e respeitando os limites do próximo.
        Mas o que acontece na maioria das vezes e que acaba quebrando esse direito é o preconceito, pois hoje me dia valoriza se muito a pessoa que se veste bem e que tem perfil de modelo, mas quem criou isso? Podemos concluir que foi a mídia que nos influenciou a isso! Devido a nos mostrar um padrão de vida que nós não podemos alcançar!
        No filme podemos associar isso e também um pouco de autoritarismo ao mesmo tempo por conta da “chefa” onde tudo deu quase certo pra uma gordinha que queria ser jornalista, depois da transformação ela conseguiu atingir o status máximo que seria andar nos padrões proposto pela mídia, e onde acaba sua liberdade.
        Um exemplo que podemos pegar é um artista famoso que não tem liberdade por conta de paparazos  e etc. Devido seu status faz com que ele seja perseguido para de no caso cometer alguma gafe seja “humilhado” diante de revistas de fofoca e etc.

Na filosofia...
        A filosofia da liberdade se baseia no principio do autodomínio. Você é dono da sua vida. Negar isso é implicar que outra pessoa é mais dona da sua vida que você mesmo. Nenhuma outra pessoa ou grupo de pessoas é dono da sua vida, nem tampouco você é dono da vida dos outros. Você existe no tempo futuro, presente e passado. Isso se manifesta em vida, liberdade e o produto da sua vida e liberdade. Perder sua vida é perder seu futuro, perder sua liberdade é perder o seu presente, e perder o produto da sua vida e liberdade é perder o pedaço do seu passado que o produziu. O produto da sua vida e da sua liberdade é a sua propriedade. Propriedade são o fruto do seu trabalho, o produto do seu tempo, energia e talentos. Propriedade é a parte da natureza que você transforma para o uso valoroso. É a propriedade dos outros que lhe é dada através da troca voluntária e do consentimento mútuo, etc... 

DIABO VESTE PRADA, O (filme): Onde a Liberdade Natural (individual) afronta a liberdade geral universal)

No filme fala sobre A liberdade da pessoa diante de um desejo que você se acaba se sujeitando por ser aquilo que você escolheu. Você passa a fazer vontades que não são suas para agradar quem esta em sua volta; e poder ser recompensado  por tornar a liberdade da outra mais fácil.

Baseado no livro de Lauren Weisberger também com o mesmo nome. A história é simples, Andrea Sachs (Anne Hathaway), é uma jovem recém licenciada que procura um trabalho num jornal onde realmente possa escrever, no entanto até conseguir prestigio para tal, candidata-se a um lugar de assistente numa revista de moda, e é aqui que se vai desenrolar toda a ação. A revista de moda é a Runway, e o trabalho em questão será para trabalhar diretamente com uma das mulheres mais poderosas no mundo da moda, Miranda Priestly (Meryl Streep). Miranda é uma mulher poderosa, que abusa dos seus trabalhadores, que, aliás, morrem de medo dela. Rodeada de pessoas bem vestidas e que respiram moda e tudo o que a ela diz respeito, Miranda é o diabo em pessoa. Trabalhar como sua assistente representa deixar de ter vida própria, adivinhar os seus desejos e o mais importante de tudo satisfazer todos eles.

Principalmente os jovens pois mostra a história de uma garota que vai para NY atrás de seu sonho de ser jornalista, mas que acaba como assistente da editora da tal revista de moda, que estava a procura de uma “gordinha inteligente”, totalmente sem noção de moda, a protagonista tem que penar para conseguir ser aceita no emprego, já que a lenda é que esse trabalho abre qualquer porta depois é um incentivo para perceber o quanto as vezes temos que fazer para conseguir obter nossas realizações.

Pessoas ambiciosas, impetuosas, temperamentais, sarcásticas, impessoais e exigentes, sempre são vistas com maus olhos. Principalmente se tais características complementam o caráter do seu chefe. Dai para achar que ele é o próprio diabo - que veio a terra, infernizar e dificultar sua vida - é um pulo.Para se vencer hoje em dia é preciso pagar um preço caro. E Andrea num dos diálogos do filme, afirma o óbvio: "Miranda é vista como o diabo, porque é mulher, se fosse homem, suas ações seriam vistas como ótimas". O machismo sempre perseguirá as mulheres e no caso de "O diabo veste prada", as duas são vitimas da sociedade falocêntrica. O filme é engraçado, ágil, sedutor e se não fosse o moralismo do final, seria arrebatador - exagerando um pouco na expressão. Que mal há em Andrea de se sentir traída por tanto luxo, beleza e opções? Tirando as obviedades que o filme acarreta - talvez por ser um Blockbuster - ele pode ser considerado sim, um bom programa. Reflete a sociedade capitalista, a ditadura da moda, as trapaças necessárias para a sobrevida, a futilidade dos outros, e a necessidade de buscar seu próprio lugar. Lauren/Andrea escolherá o melhor caminho que lhe convém. Anna/Miranda tentará sobreviver num mundo rodeado por espetos.


Sou a Jovem do filme que passa pelas mesmas circunstancias para poder conquistar nosso sobre as vezes abrimos mãos dos nossos compromissos para se dedicar um pouco mais a nosso trabalho para agradar quem esta vendo diretamente se estamos nos esforçando ou estamos apenas como mais um numero e não atrás de um sucesso mais para frente.

ESTÃO TODOS BEM (filme): Resenha


O filme aqui apresentado tem como nome “Estão Todos Bem” (EUA / Itália), direção de Kirk Jones, duração de 100 minutos, pela Distribuidora Buena Vista, formado pelo elenco de Robert De Niro, Sam Rockwell, Kate Beckinsale, Drew Barrymore, Katherine Moennig, Melissa Leo, James Frain, Brendan Sexton III, Lily Mo Sheen, Seamus Davey-Fitzpatrick, Ben Schwartz.

Na produção “Estão Todos Bem”, De Niro nos apresenta um viúvo que resolve fazer uma viagem para tentar reunir e entender os problemas da família. Nesse longa, o lado dramático é forte e não existem muitos espaços para humor. A história começa nos apresentando Frank Goode, homem que perdeu recentemente a esposa e se vê aposentado, perdido em afazeres domésticos aparentemente banais. Com a intenção de juntar os quatro filhos na mesma mesa, e assim unir sua família, o pai elabora uma recepção calorosa, compra um bom vinho, uma churrasqueira nova, acessórios para mostrar com orgulho a seus filhos. Mas as coisas não saem como planejado, e todos eles acabam cancelando o encontro devido a vida atarefada que levam. Cada um com seu álibi. Frank decide então fazer uma surpresa para todos eles, e parte em uma longa viagem. Nesta peregrinação, desaconselhado por seu médico, perguntas e respostas começam a aparecer, fazendo entender o porquê do distanciamento que sua família acabou tomando. Mesmo com a saúde precária, o homem enfrenta horas de viagem, de ônibus e trens – pois viajar de avião não seria uma boa para os pulmões dele, como disse enfaticamente seu médico – apenas para falar “oi” a seus filhos e perguntar se estão felizes.
Nesta romaria, encontra rostos abatidos pela vida, e a honestidade que havia entre os filhos e sua mulher parece não existir com ele. Vendo-os rapidamente como as crianças que eram, o homem começa a perceber que nada mais é como antigamente e que para ele é difícil enxergar que seus filhos cresceram e enfrentam dilemas, decepções, rumos mal traçados ou mesmo não esperados.
Mas uma situação em particular atenua a preocupação de todos os irmãos. O filho David, de personalidade mais forte, aparentemente desapareceu de forma inesperada. Frank não sabe de nada, mas desconfia auspiciosamente, assim como todo pai o faria. Em meio a diversos problemas claramente profundos, a tentativa honesta e corajosa do pai ir atrás de seus filhos, gera um resultado positivo, por mais difícil que ele pareça.

A crítica se baseia na seguinte tese:  que devemos aprender a valorizar as pessoas que temos. Que através desse filme, o diretor Kirk Jones, com muita honestidade, tenta nos mostrar que uma “família perfeita” é difícil de se encontrar, e nisso vemos a importância que devemos dar nas pessoas que temos ao nosso redor. Finalizando, o filme traz uma história simples, se a compararmos a um cinema onde mais da metade dos lançamentos envolve explosões, rapidez e muito retorno financeiro. O longa vai devagar, mostrando a vida como ela é. Para ele (Frank Goode) é complicado ver que as coisas não saíram exatamente como haviam sido planejadas, mas mesmo com desvios quase certos a vida de um pai com seus quase 70 anos, descobrindo uma forma de aceitar que a vida tem, no final, “Estão Todos Bem”.


Já falado no parágrafo anterior, é um filme que possui uma história simples, que indica a vida de um pai com seus quase 70 anos, descobrindo uma forma de aceitar a vida como ela é. Para ele é complicado ver que as coisas não saíram exatamente como haviam sido planejadas. Mostra que quando jovens chegam a tal idade, já responsáveis por si mesmos, com afazeres, ainda mais morando longe de seus pais, dá a perceber que todo esse vínculo que filhos têm com seus respectivos pais quando eram mais novos, já não existe mais, fazem coisas por si mesmos e já não dão tanta importância aos pais, isso quando se chega em uma idade, como muitos dizem por aí, a idade onde você é “dono de si mesmo”. É nisso que podemos ver o quão fundamental é dar valor a não só quem gostamos, mas a quem gosta de nós, a quem cuidou de nós por toda a vida. 

DIABO VESTE PRADA, O (filme): Resenha

Introdução:
Esta resenha se trata do filme O Diabo veste Prada, em que mostra o cotidiano de uma secretária de uma revista de moda muita famosa, que não liga muito para o mundo da moda, mas com o decorrer do filme ela vai se adentrando cada vez mais nesse mundo.
Desenvolvimento:
O filme começa com Andrea, uma mulher que não se interessa muito por moda, e que acabou de cursar jornalismo, e que agora está à procura de um emprego. Então vai para uma entrevista na revista de moda Runway Magazine. Lá, ela se ve em um universo muito diferente do seu, e por isso todos acham que não irá conseguir o emprego, mas há um surpresa: a editora da revista, Miranda, lhe concede o emprego. Com o passar do filme, é submetida a tarefas que, em sua visão, parecem ser impossíveis e revelam a repulsa e a distância que quer estabelecer entre si e sua chefe. Contando a ajuda de um colega, começa a se vestir como a suas companheiras de trabalho, e a entender mais sobre moda – foi o primeiro passo para ficar o afastamento de seus amigos e de seu namorado; daí em diante, isso se tornando recorrente  e cada vez mais em maiores escalas, de acordo com a sua permanência mais intensa no universo da moda, o que lhe garante mais  confiança de Miranda, dona da empresa. Andrea começa a participar de eventos grandes e luxuosos, o que a joga em grande dilema: sucesso no trabalho ou companhia de amigos e namorado, com que já vive em crise. Também na revista lhe surge problema: substituir a secretária, Emily, no grande evento do ano. Optando pela vida na empresa, rompe com o antigo namorado, inicia um novo relacionamento, descobre que Miranda irá se divorciar, e mais ainda: descobre que está mais parecida com Miranda do que pensava. Dá uma guinada em sua vida, desiste da revista, reata seu antigo namoro, e volta às atividades de antes.
Conclusão:
Ambientado no mundo da moda, “O  Diabo veste Prada” proporciona uma imagem de como funcionam as “engrenagens” daquele univers, e se quisermos nos estender, a ditadura da moda agindo nas vidas das pessoa: como se vestir, como se comportar, quais as regras do jogo, como fazer para serem vista, enfim, como as pessoas têm de fazer para serem perfeita e, sobretudo, notadas.
É digno de nota, relatar o preço que se tem de pagar para estar enturmado, não ter vida própria, seguir a onda do que outros fazem e pensam, daquilo que ditam como sendo o belo e o feio, o que e como pensar sobre as pessoas, como se elas não fossem nada além de objetos.

Não há como não sentir a pressão desse mundo, ainda que não estejamos diretamente ligados  a ele, mas que, volta e meia, ele nos interpela. A partir dele, pode-se entender um pouco do que as mulheres sofrem com a ditadura da moda, ainda que que o mundo da moda pareça sem nexo,onde a grande massa segue o que a minoria determina. Da moda para a vida cotidiana, não temos muitas diferenças, pois são poucas pessoas que governam e pesam mais para elas do que para os demais. Tal qual na moda, o governo se esquece do mundo que deveria representar, e apenas espalha a sua imagem a todos, não importando o sexo, a cor de pele ou a crença, porque tudo não passa de aparecer e ser notado.

FORMIGUINHAS (filme): Orgulho, egoísmo e humilhação

Análise de Filme “FORMIGUINHAS” no tocante ao egoísmo, humilhação e orgulho.



Egoísmo: é a cena em que "Z" está se lamentando, e ele diz assim:"Será que eu tenho que fazer tudo, tudo pela colônia? E as minhas necessidades, e eu? Tem que haver um lugar melhor que aqui, senão só me restará sentar e chorar". 
Essa cena chama muito a atenção, porque "Z", falando desse jeito, parece que não está nem aí com a colônia e só está pensando nele, isso aponta para um ato de egoísmo.


Humilhação: é a cena em que "Z" está conversando com alguém da colônia e diz assim: "O sistema me faz sentir tão insignificante!”. A formiga com quem conversa diz: "Excelente! Progrediu bastante”. Em seguida "Z" diz: “Mesmo? ”. A formiga com quem conversava: “Você é insignificante!".
Isso foi um ato de humilhação, porque a formiga com quem "Z" conversava disse que ele é insignificante, quando uma pessoa vem e diz que você é insignificante essa pessoa tem a intenção de humilhar, fazendo com que "Z" se sinta humilhado.


Orgulho: é a cena em que "Z" e a princesa Bala estão discutindo depois de cair fora da colônia. Bala diz: “Por que me persegue? Não vê que eu estou fora do seu alcance?”.
Bala está afim de "Z" também, mas não quer dar o braço a torcer então ela o humilha, dizendo ser muito açúcar pro caminhãozinho dele. Dizendo isso, ela acaba sendo orgulhosa, e pratica um ato de orgulho.

domingo, 18 de dezembro de 2016

AFRICANIDADE E A CULTURA

AFRICANIDADE E A CULTURA


Em virtude do desconhecimento de grande parte da população, e porque a função da escola é disseminar saberes, teve-se o cuidado de não deixar passar um momento propício para a discussão sobre "A consciência negra".
Em vez de apenas lembrar de tecer comentário sobre o dia 20 de novembro, fizemos com que os alunos pudessem pesquisar mais sobre esta etnia e a contribuição feita para a nossa história e como formamos uma só nação.
Infelizmente não formamos um único povo, tal qual se gostaria, mas formamos sociedades que convivem ora mais pacificamente ora mais tensamente. E foi pensando minimizar esses contrastes, os alunos puderam pesquisar sobre a cultura africana e atualizá-la por meio de exposições.
Como se sabe, o desconhecimento é causa de exclusão, quis-se com este trabalho fazer conhecer para fazer incluir, inclusive com o respaldo da Lei 10.693/03 que prevê o ensino da Cultura Afro-brasileira nas escolas.


Breve resumo da lei 10.639/03Ensinar História e Cultura Afro-brasileiras e africanas não é mais uma questão de vontade pessoal e de interesse particular. É uma questão curricular de caráter obrigatório que envolve as diferentes comunidades: escolar, familiar, e sociedade. O objetivo principal para inserção da Lei é o de divulgar e produzir conhecimentos, bem como atitudes, posturas e valores que eduquem cidadãos quanto à pluralidade étnico-racial, tornando-os capazes de interagir objetivos comuns que garantam respeito aos direitos legais e valorização de identidade cultural brasileira e africana, como outras que direta ou indiretamente contribuíram ( contribuem) para a formação da identidade cultural brasileira.A lei 10639/03 visa fazer um resgate histórico para que as pessoas negras afro-brasileiras conheçam um pouco mais o Brasil e melhor a sua própria história.
http://jaweto.blogspot.com.br/2013/04/a-historia-e-cultura-afro-brasileira-e.html


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MITOLOGIA AFRICANA
Anansi, o Mestre das Histórias
Á.Costa, AP.Medeiros, B.Vieira, E.Lucas, E.Rossi, L.Carvalho, T.Pires*

I - INTRODUÇÃO


O trabalho se trata de uma apresentação sobre parte da cultura africana com o mito “Anansi, o mestre das histórias”.
Ele integra a mitologia, mais especificamente do povo ashanti, que tem sua origem no país de Gana, localizada na África Central. Veremos também a serventia do mesmo para as pessoas da cultura a qual o mito pertence.
Finalizamos o trabalho com uma conclusão e com a bibliografia.

II - DESENVOLVIMENTO:

2.1 - DEFINIÇÃO DE MITO:
Mito são narrativas utilizadas por povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que antigamente não compreendiam.
2.2 - RESUMO DO MITO PESQUISADO
Nosso trabalho é sobre um mito vindo do oeste-africano intitulado “Anansi: o Mestre das Histórias”, nele relatamos a história de Anansi, um ser astuto, que queria conhecer as histórias sobre o mundo que só o deus Nyame tinha conhecimento. Por isso foi até Nyame para saber como poderia obter tal conhecimento e o deus do céu o concedeu tarefas difíceis(que Anansi lhe trouxesse a Phyton, o Leopardo, as Vespas e a Fada) pensando que assim o mesmo desistiria do desafio, porém o velho ser que era uma aranha sagaz, utilizou de suas teias e de sua astúcia para cumprir os desafios, recebendo por fim as histórias que tanto desejava como recompensa.

2.3 - INFORMAÇÕES SOBRE O MITO:
2.3.1 - LUGAR:
Gana é um país da África ocidental que pertence a um amplo grupo dividido em 75 tribos diferentes. A maior delas é a akã. Outras grandes tribos são mole-dagbani, ewe, ga-adangme e gurma. A capital e maior cidade do Gana é Acra. O idioma oficial é o inglês, mas cada tribo tem a própria língua.
Mais da metade do povo é cristã, muitos outros praticam as religiões tradicionais africanas ou o islamismo. A economia do país baseia-se na agricultura e na mineração.
A palavra Gana significa "guerreiro" e é derivado do antigo Império do Gana.
Gana foi a primeira colônia africana da Grã-Bretanha a conquistar a independência, tornando-se modelo para as outras e liderando o estabelecimento de indústrias e de um sistema educacional moderno.
2.3.2 - POVO:
A mitologia ashanti é conhecida por ter lendas populares e coloridas, e por sua mitologia também. O Deus do povo ashanti de Gana se chama Nyame, eles acreditam que os "deuses menores" ajudam os seres humanos aqui na Terra. Anansi é o herói do povo, mas não desempenha nenhum papel na cultura deles, apenas é o destaque no meio folclórico.
2.3.3 - SERVENTIA:
Os oeste africanos consideravam Anansi originalmente como o ser criador do mundo. Ele sempre agiu como intermediário entre os seres humanos e em suas relações com o deus do céu Nyame, e ele supostamente persuadiu Nyame para dar a chuva e a noite para as pessoas.




III - CONCLUSÃO

Com este trabalho, foi possível que o grupo concluísse que mito são histórias criadas para explicar a realidade da qual vivemos, em forma mitológica.
O mito de Anansi, mostra como a aranha usou de sua astúcia para vencer o desafio dado pelo deus do céu, tornando-se para o povo ashanti, que tem origem em Gana, uma forma de comunicação entre as pessoas e deus.

IV - BIBLIOGRAFIA
Significado de mito. Disponível em : https://www.significados.com.br/mito/
Informações sobre o país de Gana. Disponível em : Dhttps://pt.wikipedia.org/wiki/Gana
Informações sobre o país de Gana. Disponível em : http://escola.britannica.com.br/article/481370/Gana?view=print
Informações sobre Mitologia Ashanti. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Mitologia_ashanti
Informações sobre o mito “Anansi, o mestre das histórias”. Disponível em: http://portal-dos-mitos.blogspot.com.br/2013/01/anansi.html

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Alunos da 1ªA
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CANDOMBLÉ
Afro-brasileiro

C.Roberta, D.Silva, G.Gonçalves, S.Pereira *
 
I - INTRODUÇÃO:

Neste trabalho falaremos sobre a religião “Candomblé”, de como foi trazido ao Brasil.
No desenvolvimento, traremos definições sobre, locais dos rituais, de como são feitas as cerimônias, e sobre os orixás do Candomblé.
Terminaremos o trabalho com a diferença entre Candomblé e Umbanda e algumas curiosidades do Candomblé.




II - DESENVOLVIMENTO:


2.1 DEFINIÇÃO DE RELIGIÃO

Religião: O conceito de religião tem origem no termo latim religĭo e refere-se ao conjunto de crenças ou dogmas relacionados com a divindade, pode ser definida como um conjunto de práticas sociais.




2.1.2 Definição de Candomblé:

O candomblé é uma religião africana trazida para o Brasil no período em que os negros desembarcaram para serem escravos. Nesse período, a Igreja Católica proibia o ritual africano e ainda tinha o apoio do governo, que julgava o ato como criminoso, por isso os escravos cultuavam seus Orixás, omitindo-os em santos católicos.





2.2 DEUSES E LOCAIS

2.2.1. deuses:
Os orixás, para o candomblé, são os deuses supremos. Possuem personalidade e habilidades distintas, bem como preferências ritualísticas. Estes também escolhem as pessoas que utilizam para incorporar no ato do nascimento, podendo compartilhá-lo com outro orixá, caso necessário. (O orixá é o guia de cada pessoa)




2.2.2.  locais dos rituais:

Os rituais do candomblé são realizados em templos chamados casas, roças ou terreiros que podem ser de linhagem matriarcal (quando somente as mulheres podem assumir a liderança), patriarcal (quando somente homens podem assumir a liderança) ou mista (quando homens e mulheres podem assumir a liderança do terreiro). A celebração do ritual é feita pelo pai de santo ou mãe de santo, que inicia o despacho do Exu. Em ritmo de dança, o tambor é tocado e os filhos de santo começam a invocar seus orixás para que os incorporem. O ritual tem no mínimo duas horas de duração.




2.2.3. DIFERENÇA ENTRE CANDOMBLÉ E UMBANDA

O candomblé não pode ser igualado à umbanda. No candomblé, não há incorporação de espíritos, já que os orixás que são incorporados são divindades da natureza; enquanto na umbanda, as incorporações são feitas através de espíritos encarnados ou desencarnados em médiuns de incorporação. Existem pessoas que praticam o candomblé e a umbanda, mas o fazem em dias, horários e locais diferentes



2.2.4. CURIOSIDADE... :



Nesta religião afro-brasileira são feitas homenagens aos antepassados com festas, comidas e os objetos que os representam. As divindades homenageadas nos rituais dos terreiros são antepassados queridos que foram importantes para a existência dos adeptos do candomblé no presente. Nesta religião acredita-se nas energias e durantes as homenagens são feitos pedidos de revitalização das energias destes antepassados nos praticantes do candomblé. Assim acontece o transe da incorporação da energia das divindades celebradas nas pessoas que são iniciadas e fazem parte de famílias do terreiro, Simbolicamente a representação da energia em movimento é feita pelas danças circulares. Para tudo se dança nas culturas de base africana, tanto na alegria, como na tristeza, uma vez que a dança tem o feitio de teatro que pode contar histórias e narrar mitos



III - CONCLUSÃO

Durante as pesquisas, o nosso grupo entendeu que:
  
O candomblé é uma religião bastante comum em nosso país, e a mesma não tem relação com a Umbanda, sendo uma diferente da outra.
A religião oficial no Brasil era o catolicismo, trazido pelos brancos, de origem portuguesa. O candomblé - culto africano que se tornou afro-brasileiro - era encarado como bruxaria.

Essa religião africana que foi trazida para o Brasil, hoje é bem praticada não só pelos africanos, mas também pelos brasileiros.

Nessa religião são feitos rituais realizados por pai ou mãe de santo para a adoração dos deuses supremos (Orixás).

IV - BIBLIOGRAFIA

Curiosidades sobre o Candomblé. Disponível em:

www.google.com (imagens)

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Alunos da 1ªC
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IANSÃ - DEUSA AFRICANA
Controla o elemento ar
AL.Galani, B.Almeida, CA.Zorzin, M.Augusto, MJ.Santos, P.Silva, S.Telavanich, V.Perina*

Introdução
O nosso trabalho irá falar sobre Iansã, a deusa Africana do elemento ar.
Deusa da espada de fogo, Dona das paixões, Iansã é a Rainha dos raios, dos ciclones, furacões, tufões, vendavais. Orixá do fogo, guerreira e poderosa. Mãe dos eguns, guia dos espíritos desencarnados, Senhora dos cemitérios.
Não é muito difícil depararmo-nos com a força da Natureza denominada Iansã (ou Oyá). Convivemos com ela, diariamente.
Iansã é o vento, a brisa que alivia o calor. Iansã é também o calor, a quentura, o abafamento. É o tremular dos panos, das árvores, dos cabelos. É a lava vulcânica destruidora. Ela é o fogo, o incêndio, a devastação pelas chamas.
Oyá é o raio, a beleza deste fenômeno natural. É o seu poder. É a eletricidade. Iansã está presente no ato simples de acendermos uma lâmpada ou uma vela. Ela é o choque elétrico, a energia que gera o funcionamento de rádios, televisões, máquinas e outros aparelhos. Iansã é a energia viva, pulsante, vibrante.
Sentimos Iansã nos ventos fortes, nos deslocamentos dos objetos sem vida. Orixá da provocação e do ciúme.


DESENVOLVIMENTO
Conjunto dos mitos de determinado povo;

Estudo dos mitos, suas origens, evolução, significado etc.

Oyá ou Iansã dirige o vento, as tempestades e a sensualidade feminina. 
É a senhora do raio e soberana dos espíritos dos mortos,  que encaminha para o outro mundo.

Um rei tinha uma filha chamada Ala. Ele queria casá-la com um príncipe poderoso. No entanto, a princesa já tinha um amante e do amante ela esperava um filho. Sabedor do fato, o rei resolveu matá-la. Numa barca, levou a princesa até o meio do rio, do rio onde vivia Oxum. Jogou a princesa no meio do rio, a casa de Oxum. O rei tinha um papagaio que o acompanhava sempre. O papagaio tudo presenciou.
Tempos depois, alguns pescadores viram uma caixa boiando no rio. Foram ver de perto e dentro tinha uma criança Assustaram-se com o que viram. Temerosos, abandonaram o seu achado  na margem do rio. Pelo mesmo lugar passou outra embarcação e seus ocupantes foram atraídos pelo choro da criança. Os viajantes acabaram recolhendo a criança e a levaram a presença do rei.
O rei ficou feliz com o presente e resolveu apresentar a criança  ao povo como sendo filha sua. Ele sentia falta da filha que afogara, sentia-se sozinho.
deu uma festa para apresentar a nova filha que adotara. Quando todos estavam reunidos o papagaio contou-lhes acerca  de todo o sucedido. Disse que a menina havia nascido na casa de Oxum. Portanto, deveriam devolvê-la ao rio. O rei então se deu conta de que a menina era sua neta e devolveu-a ao rio onde nascera.
A criança cresceu protegida por Oxum.ESTA MENINA ERA IANSÃ

Dia: Quarta-feira
Cores: Marrom, Vermelho e Rosa
Símbolos: Espada e Eruexin
Elementos: Ar em movimento,qualquer tipo de vento, Fogo
Domínios: Tempestades, Ventanias, Raios, Morte
Saudação: Epahei!


CONCLUSÃO

Iansã É relacionada ao elemento ar, sendo a divindades que controla os ventos. Tem temperamento agressivo. O nome Iansã é um título que Oyá recebeu de Xangô. Esse título faz referência ao entardecer, Iansã pode ser traduzido como a mãe do céu rosado ou a mãe do entardecer

BIBLIOGRAFIA
https://ocandomble.com/os-orixas/iansa/

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                                ÁFRICA MITOLÓGICA
           “A criação do dia e da noite, cultura Kono
C.Brito, H.Lima, M.Nunes, P.Souza*


I- INTRODUÇÃO
É a mitologia da criação do dia e da noite, que é conhecida como a cultura de Kono.
Contém onde foi criado, o povo que acredita nesse mito.
Finalmente termina, foi decretado que o Sol teria de sair de dia e a Lua devia brilhar de noite

II- DESENVOLVIMENTO

Mito/mitologia são narrativas utilizadas pelos povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que não eram compreendidos por eles. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais, deuses e heróis.
No mito da criação do dia e da noite, muitas lendas foram criadas. Uma delas foi a do povo Kono da Serra Leoa, conta como o criador forneceu a luz do Sol e a sombra obtida da Lua.

Foi criado na Serra da Leoa, África

III- CONCLUSÃO
Concluímos que esse mito criado na África, e muitos acreditam que através dessa mitologia foi criado Dia e a noite.

IV-BIBLIOGRAFIA
http://www.mitologia.templodeapolo.net/


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MITOS AFRICANOS DE CRIAÇÃO DO MUNDO
A Ponte Entre Orum E Aiyê
G.Sampaio, G.Silva, G.Souza, L.Polo, P.Murilo*
INTRODUÇÃO
Falaremos sobre o mito de criação do mundo Orum e Aiyê : Orum é onde vivia Olorum, o deus supremo, que deu  início na criação do mundo com o nome de Aiyê, ele criou Oxalá que tinha o poder de dar a vida, durante sua caminhada Oxalá não fez o suficiente e enfrentou dificuldades durante o caminho, e quem acabou criando o mundo foi Odudua.

O QUE É MITO E MITOLOGOIA
Fábula que relata a história dos deuses, semideuses e heróis da Antiguidade, Tradição que, sob forma alegórica, deixa contar um fato natural, histórico ou filosófico.

A Ponte entre Orum e Aiyê
Havia o Orum, o espaço do universo e lá vivia o Deus Supremo Olorum.
Olorum criou uma imensa massa de água de onde nasceu o primeiro Orixá, o unico que era capaz de dar a vida, o Olorum mandou o Orixá criar Aiyê (O mundo), Orixá não consseguiu comprir as exigencias de Olorum e assim substituido por Oduadua. Para consolar Orixá, Olorum o deu a missão de criar  os seres vivos.

Locais, povo e serventia do Mito

O mito vem de Nigéria, com o povo Iorubas, onde há varios mitos, inclusive o Orum e Aiyê que é conhecido como Olorun. O mito foi feito para explicar a criação do mundo através de seu ser superior.

CONCLUSÃO
Olorum vivia em Orum(o universo) e criou Aiyê (o mundo)com uma grande massa da água, lá nasceu o primeiro Orixá que deu início a vida do planeta, com seres vivos de todas as maneiras.

 BIBLIOGRAFIA
http://www.infoescola.com/sociologia/povo-ioruba/

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 MITOLOGIA DA ÁFRICA
Oxalá cria os homens
A.Araújo, B.Galdino, K.Knoblauch, L.Santos, M.Oliveira, P.Paschoalini*

INTRODUÇÃO
O que é ?
Mito que pertence ao continente africano que descreve como ocorreu a criação dos homens através de Oxalá e seu ajudante Exu, que buscavam a perfeição no homem.
O que contém ?
Oxalá era um velho que buscava a criação dos homens, Exu era um jovem que sempre observou o trabalho de Oxalá e passou a ajudá-lo. Exu ficou na encruzilhada não deixando passar quem não trouxesse uma oferenda  digna à Oxalá.
Exu começou a receber recompensas de todos os homens que passavam na encruzilhada, com isso Exu começou a morar na encruzilhada. Exu morou com Oxalá durante dezesseis, sendo assim se tornou um ajudante de Oxalá.
Como  termina ?
Oxalá e Exu trabalham para que os homens fossem criados perfeitamente sem nenhum defeito, somente os que passavam pela encruzilhada trazendo suas oferendas. Exu ficou rico e poderoso e acabou se tornando o Deus da encruzilhada.

ll. DESENVOLVIMENTO
2.1 O que é mito/mitologia ?
Mito: são histórias tradicionais, que envolvem deuses herois ou criaturas do mundo animal, que explicam o mundo de outra forma, ou seja, do jeito que é.
Mitologia: é o estudo de mitos, lendas e a interpretação dos mesmos em alguma cultura.
Mito são narrativas utilizadas pelos povos gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que não eram compreendidos por eles. Os mitos se utilizam de muita simbologia, personagens sobrenaturais, deuses e heróis. Todos estes componentes são misturados a fatos reais, características humanas e pessoas que realmente existiram. Um dos objetivos do mito era transmitir conhecimento e explicar fatos que a ciência ainda não havia explicado, através de rituais em cerimônias, danças, sacrifícios e orações. Um mito também pode ter a função de manifestar alguma coisa de forma forte ou de explicar os temas desconhecidos e tornar o mundo conhecido ao Homem.


III. LUGARES ONDE ACREDITA NO MITO AFRICANO
Os mitos africanos são dividos por várias regiões e cada região possui um novo mito para contar. Eles acreditam que não existe somente um Deus e sim vários, mas somente um foi o criador de tudo, conhecido como Olorun. Os povos cultivam a ideia de oferendas e gostam de sempre prestigiar no nome de seus deuses como forma de gratidão a vida e a tudo que possuem. Muitos costumam dizer que depois da morte vão para encruzilhada onde passam para encontrar Oxalá. Outra forma de agradecimento é para Iemanjá que é mulher de Oxalá que também recebe oferendas. Oxalá foi o criador dos homens e sua mulher Iemanjá criadora da fertilidade, dos mares.

      
lV. CONCLUSÃO:
Podemos então concluir que a mitologia africana depende de muitos deuses e poucos deles gostam de receber oferendas. Exu ajudante de Oxalá é quem recebe as oferendas de quem passa pelas encruzilhadas, ou seja, Exu é o Deus protetor de encruzilhadas, casas. Oxalá foi o criador do homem, Lemanjá Deusa dos mares, rios e oceanos, Olorun criador de tudo,  Oxum Deusa do amor e do ouro, entre outros vários deuses. Acreditam que depois da morte a vida ainda continua e é por esses motivos que ainda usam a ideia de oferendas.


V. BIBLIOGRAFIA :
http://www.geledes.org.br/


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